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Vou deixar aqui algumas curiosidades de Bangkok e Chiang Mai:
• São limpas. No chão, basicamente só folhas de árvore.
• Quase não há calçadas e, quando existem, muitas estão bem detonadas.
• Em absolutamente todo lugar — ruas, parques, templos, shoppings — existe “comida de rua”. Sempre há um espaço garantido para barraquinhas, seja de comida, seja de bugigangas.
• A cidade praticamente não tem lixeiras. Muitas vezes carregamos nosso lixo por bastante tempo até encontrar onde descartar. Normalmente devolvemos no mesmo lugar onde compramos a comida, mas, para ser sincera, eles não gostam muito disso.
• Aqui não se usa faca. A refeição é feita apenas com colher e garfo. Como tudo já vem picado, o garfo serve para empurrar a comida e a colher para comer. Confesso que é bem estranho. Eu mesma só gosto de usar colher para tomar sopa. Como não tem faca, acabo cortando tudo com a colher mesmo.
• Temos comido de tudo, com pimenta ou sem pimenta. A regra é só observar bem o lugar antes, para evitar passar mal. A única coisa que realmente não gostamos foi o manjericão tailandês, que tem um gosto forte de anis. Nem eu nem o Mo gostamos de anis. Já aprendemos a pedir a comida sem esse tempero.
• Come-se pouquíssima proteína. Não existe aquela ideia de “proteína à vontade”. Tudo vem misturado com legumes, macarrão ou arroz. Bife é raríssimo.
• Doces quase não fazem parte da rotina. E, quando aparecem, não são muito doces. O mais famoso é o arroz com leite de coco e manga.
Há sorveterias e pouquíssimas doceiras espalhadas pela cidade.
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Acordamos hoje sem pressa. Não tínhamos planos definidos. A ideia era só caminhar.
Tomamos café americano no hotel com ovos fritos, bacon, torrada, manteiga, frutas e seguimos a pé em direção ao lado mais moderno da cidade: Nimmanhaemin.
Essa região é um contraste interessante com o centro histórico.
Ruas mais organizadas, cafés estilosos, restaurantes modernos, lojinhas descoladas e muitos turistas.
Paramos em no shopping Maya para passear e acabamos almoçando no espaço de “comida de rua”.
Pedi uma espécie de sopa de macarrão com frutos do mar. Very, very spicy! Jesus!
O Mo pediu uma sopa com pedaços de carne de porco. A dele estava bem mais tranquila.
Mas o que realmente impressiona é o preço: R$ 15 e R$ 12 cada prato. Muito barato.
Às vezes acabamos comendo em restaurantes que custam facilmente dez vezes esse valor e, honestamente, nem sempre são melhores.
Depois do almoço, fomos comer um docinho na Swensen’s, aquela sorveteria que era o sonho de consumo da molecada nos anos 80.
O Mo me levou muito lá. A unidade que frequentávamos ficava na Avenida Bandeirantes. Um mergulho instantâneo no saudosismo.
Depois da banana split, seguimos caminhando pelo bairro até chegar próximo da entrada do Zoológico de Chiang Mai, onde pegamos um “minibus” ou quase isso, que nos levou até o Wat Phra That Doi Suthep, o templo que fica no alto da montanha, um dos lugares mais sagrados do norte da Tailândia.
Além da importância religiosa, a vista lá de cima é impressionante, a cidade inteira se espalha aos seus pés, e fica especialmente bonita no fim da tarde.
Percorremos o local, vimos monges cantando, demos 3 voltas num monumento dourado, tiramos algumas fotos e retornamos.
Voltamos já anoitecendo.
Pegamos o “minibus” lotado.
As muitas curvas da descida não me fizeram bem. Chegamos de volta ao nosso hotel e eu estava bem enjoada.
Descansamos um pouco e saímos para comer pizza num restaurante italiano. Uma pequena folga de comida tailandesa. A pizza estava muiiito boa!
Amanhã seguimos para Hanoi, no Vietnã.
- Sudeste Asiatico
2 comentários
Adorando acompanhar vcs . O importante é não ter nenhum piriri . Experimentem tudooooo
ResponderExcluirObrigado!!
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