Dia 9 - Cracóvia → Budapeste - Chegada à Hungria
Hoje nos despedimos da Polônia e seguimos viagem rumo a Budapeste.
O despertador tocou às 5h30 da manhã. Arrumamos tudo rapidamente e, às 6h40, depois de uma pequena caminhada, estávamos na estação rodoviária aguardando o ônibus que nos levaria até a capital da Hungria.
A viagem foi tranquila e durou cerca de oito horas. Durante o percurso atravessamos toda a Eslováquia, país que nasceu em 1993 após a separação da antiga Tchecoslováquia. Pela janela acompanhamos montanhas, estradas estreitas, pequenas cidades, fazendas, plantações, igrejas com torres pontiagudas e campos verdes que pareciam não ter fim. Em alguns momentos passamos também por cidades maiores, mas a maior parte do trajeto foi marcada pelas paisagens rurais e pelas montanhas ao fundo.
Por volta das 14h30 chegamos a Budapeste.
Desembarcamos na estação rodoviária e seguimos de metrô até o hotel.
O metrô de Budapeste merece destaque: a Linha M1 foi inaugurada em 1896 e é considerada a segunda linha de metrô mais antiga do mundo, atrás apenas da de Londres. Suas estações preservam boa parte das características originais e fazem parte do patrimônio histórico da cidade.
Chegando ao Danubius Hotel Erzsébet City Center, localizado em uma das regiões mais centrais da cidade, deixamos nossas malas e fomos caminhar.
Seguimos em direção à famosa Ponte das Correntes, um dos maiores símbolos de Budapeste. Inaugurada em 1849, ela foi a primeira ligação permanente entre as cidades de Buda e Pest, que mais tarde se uniriam para formar a atual capital húngara.
Atravessamos a ponte apreciando a vista do Rio Danúbio, que corta a cidade e separa suas duas margens históricas.
Paramos várias vezes para tirar fotos. De um lado, o imponente Castelo de Buda dominava a paisagem no alto da colina. Do outro, os elegantes edifícios de Pest refletiam a grandiosidade que a cidade alcançou durante o período do Império Austro-Húngaro.
Depois de explorar um pouco a margem de Buda, retornamos caminhando pela beira do Danúbio. A vista ao longo do rio é espetacular, com pontes históricas, edifícios monumentais e muitos turistas aproveitando o fim da tarde. Cruzamos outra ponte e voltamos ao lado de Pest, chegando novamente ao centro histórico.
Já era hora de comer alguma coisa. Acabamos escolhendo um restaurante libanês. Depois de tantas semanas viajando pela Europa Central, concluímos que a culinária libanesa/árabe continua sendo a que mais agrada ao nosso paladar.
Após a refeição caminhamos mais um pouco pelas ruas do centro de Budapeste. A cidade esta cheia de vida, com cafés, bares e turistas circulando por todos os lados.
Já passava das nove horas da noite quando retornamos ao hotel.
Amanhã tem mais passeio.
Com relação à bolsa de mão que o Moisés esqueceu no trem da Leo Express, finalmente tivemos uma boa notícia.
Recebemos a confirmação de que a empresa encontrou a bolsa e fará o envio para o nosso hotel em Praga. Pagamos uma taxa de aproximadamente 7 euros pelo transporte e agora resta aguardar os próximos capítulos dessa história. Estamos torcendo para que tudo chegue direitinho.
Até amanhã!