Dia 8 - Santuário dos elefantes e restaurante estrelado

Estamos em Chiang Mai, a principal cidade do norte da Tailândia.

Fundada no século XIII, a cidade tem cerca de 1,2 milhão de habitantes.

Seus principais atrativos são os templos, os mercados noturnos, as feiras de rua, além de cafés e restaurantes que misturam a culinária tailandesa tradicional com propostas mais modernosas.

Chiang Mai também é base para parques nacionais, trilhas, cachoeiras e santuários de elefantes.

Hoje acordamos cedo. Era 6h30 da manhã quando um motorista da van chegou para nos buscar. O passeio do dia era para o Elephant Jungle Sanctuary, organizado pela Phi Phi Brazuca.

Depois de cerca de uma hora e meia de viagem dentro da van, chegamos ao santuário.

No grupo, além de nós, estavam duas brasileiras: uma que mora na Austrália e outra que vive na França. 

O lugar fica em meio a uma área muito verde, rodeada por montanhas. Muito bonito, mas confesso que fiquei meio decepcionada. Um santuário de elefantes com apenas quatro elefantes? A expectativa, sinceramente, era outra.

Demos bananas, observamos os quatro comendo uma espécie de capim, ajudamos a preparar um bolo laxante,  feito com vários ingredientes naturais, e depois veio a hora do banho.

Quem quis foi  para o banho no rio e na lama. Eu e o Mo só ficamos observando.

A sensação é curiosa, como se estivéssemos cuidando de quatro bebês.

Depois do banho dos elefantes, serviram o almoço com comida típica tailandesa.

  





Preparando um digestivo para os elefantes
  


  

 


Nosso almoço

Retornamos ao hotel perto de uma da tarde. Nos despedimos das brasileiras e fomos caminhar pela cidade, com um sol pra cada um.

Chiang Mai foi, durante séculos, uma fortaleza, desenhada em um quadrado quase perfeito, protegido por muros e um fosso de cerca de quatro metros de profundidade. Com o crescimento da cidade, os muros foram derrubados, mas o traçado permaneceu.

Saímos do Wat Phra Singh, o templo mais central da cidade antiga, ao lado do nosso hotel, e seguimos a pé rumo ao leste, atravessando a pequena ponte sobre o fosso. Os muros já não existem mais. 

Entramos na região da Chinatown, passando pelo Warorot Market, um mercado que tem de tudo um pouco, e seguimos até o Rio Ping.

Posso afirmar que a visão não foi das melhores. Chegou a dar tristeza, até que começaram a aparecer restaurantes um pouco mais sofisticados.

Entramos em alguns deles e visitamos o Anantara Chiang Mai Resort, apenas para ver por dentro.

Uma miragem no meio do deserto. Um lugar impecável. Lindo demais, contraste imediato com a rua do lado de fora.

Continuamos caminhando até a região do Night Bazaar, passando por mais mercados, galerias e pelo inesperado Hard Rock Cafe Chiang Mai.

Paramos no Ploen Ruedee Night Market, com música ao vivo, comida de rua e artesanato, onde, já bem cansados, tomamos um merecido chop gelado.

Terminamos a noite com um jantar no The House by Ginger, um dos restaurantes mais charmosos da cidade. Instalado em uma casa histórica, o lugar mistura decoração tradicional do norte da Tailândia, bem colorida e acolhedora.

Pedimos ceviche, salmon e frango tailandês. Tudo muito bom. 

Depois do jantar, ainda voltamos caminhando para o hotel por uns 2 quilômetros.

Amanhã tem mais.
 
Food market

Warorot Market

Pequena ponte sobre o fosso

Portal Chinatown

 Rio Ping




Antiga muralha

Restaurante do jantar
 




0 comentários:

Postar um comentário