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Estamos em Chiang Mai, a principal cidade do norte da Tailândia.
Fundada no século XIII, a cidade tem cerca de 1,2 milhão de habitantes.
Seus principais atrativos são os templos, os mercados noturnos, as feiras de rua, além de cafés e restaurantes que misturam a culinária tailandesa tradicional com propostas mais modernosas.
Chiang Mai também é base para parques nacionais, trilhas, cachoeiras e santuários de elefantes.
Hoje acordamos cedo. Era 6h30 da manhã quando um motorista da van chegou para nos buscar. O passeio do dia era para o Elephant Jungle Sanctuary, organizado pela Phi Phi Brazuca.
Depois de cerca de uma hora e meia de viagem dentro da van, chegamos ao santuário.
No grupo, além de nós, estavam duas brasileiras: uma que mora na Austrália e outra que vive na França.
O lugar fica em meio a uma área muito verde, rodeada por montanhas. Muito bonito, mas confesso que fiquei meio decepcionada. Um santuário de elefantes com apenas quatro elefantes? A expectativa, sinceramente, era outra.
Demos bananas, observamos os quatro comendo uma espécie de capim, ajudamos a preparar um bolo laxante, feito com vários ingredientes naturais, e depois veio a hora do banho.
Quem quis foi para o banho no rio e na lama. Eu e o Mo só ficamos observando.
A sensação é curiosa, como se estivéssemos cuidando de quatro bebês.
Depois do banho dos elefantes, serviram o almoço com comida típica tailandesa.
Retornamos ao hotel perto de uma da tarde. Nos despedimos das brasileiras e fomos caminhar pela cidade, com um sol pra cada um.
Chiang Mai foi, durante séculos, uma fortaleza, desenhada em um quadrado quase perfeito, protegido por muros e um fosso de cerca de quatro metros de profundidade. Com o crescimento da cidade, os muros foram derrubados, mas o traçado permaneceu.
Saímos do Wat Phra Singh, o templo mais central da cidade antiga, ao lado do nosso hotel, e seguimos a pé rumo ao leste, atravessando a pequena ponte sobre o fosso. Os muros já não existem mais.
Entramos na região da Chinatown, passando pelo Warorot Market, um mercado que tem de tudo um pouco, e seguimos até o Rio Ping.
Posso afirmar que a visão não foi das melhores. Chegou a dar tristeza, até que começaram a aparecer restaurantes um pouco mais sofisticados.
Entramos em alguns deles e visitamos o Anantara Chiang Mai Resort, apenas para ver por dentro.
Uma miragem no meio do deserto. Um lugar impecável. Lindo demais, contraste imediato com a rua do lado de fora.
Continuamos caminhando até a região do Night Bazaar, passando por mais mercados, galerias e pelo inesperado Hard Rock Cafe Chiang Mai.
Paramos no Ploen Ruedee Night Market, com música ao vivo, comida de rua e artesanato, onde, já bem cansados, tomamos um merecido chop gelado.
Terminamos a noite com um jantar no The House by Ginger, um dos restaurantes mais charmosos da cidade. Instalado em uma casa histórica, o lugar mistura decoração tradicional do norte da Tailândia, bem colorida e acolhedora.
Pedimos ceviche, salmon e frango tailandês. Tudo muito bom.
Depois do jantar, ainda voltamos caminhando para o hotel por uns 2 quilômetros.
Amanhã tem mais.
| Antiga muralha |
| Restaurante do jantar |
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