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Saímos cedo de Chiang Mai, 7 horas da manhã, em um ônibus de turismo da Phi Phi Brasil.
O roteiro é um bate-volta até Chiang Rai, passando pela aldeia das mulheres girafa e por três templos completamente diferentes entre si.
A distância entre Chiang Mai e Chiang Rai é de aproximadamente 200 km, algo em torno de 3 horas de estrada, dependendo do trânsito e das paradas.
A primeira parada foi na aldeia das chamadas mulheres girafa.
As mulheres girafa são da etnia Kayan (ou Padaung), são originária de Mianmar (Birmânia).
Elas vieram parar na Tailândia principalmente a partir dos anos 1980 e 1990, fugindo de conflitos armados, perseguições e pobreza em seu país, sendo acolhidas em campos de refugiados na região norte.
A referência às girafas vem por conta das argolas metálicas que elas carregam no pescoço, como parte de uma tradição cultural antiga, hoje mantida quase exclusivamente dentro do circuito turístico.
O local funciona como uma vila organizada para visitação. Há casas, algumas mulheres vestidas com trajes tradicionais e muitas barracas de artesanato.
É uma visita rápida, que gera sentimentos distintos: curiosidade, mas também a sensação de estar em um espaço “fabricado” para observação, embora esse seja o principal meio de vida dessas famílias.
Dessa parada rápida, seguimos para o Wat Huay Pla Kang, um complexo religioso moderno, conhecido pela imagem branca gigantesca da Deusa da Misericórdia.
Há um elevador interno que leva até a parte superior da estátua, permitindo observar o complexo de cima.
Depois seguimos para o Wat Rong Suea Ten, o Templo Azul, que chama atenção pelas tonalidades intensas de azul e dourado.
A última parada foi no ponto mais aguardado do passeio: o Wat Rong Khun, conhecido como Templo Branco.
Ele não é exatamente um templo, pois é um espaço privado, criado pelo artista plástico Chalermchai Kositpipat. O lugar funciona mais como uma obra de arte contemporânea a céu aberto.
São tantos detalhes que não seria possível conhecer tudo em uma única visita.
Nele, as fotos são permitidas apenas em áreas externas, e a explicação é que se trata de uma obra ainda em produção.
É um lugar que impressiona mais pelos conceitos do que pela espiritualidade em si.
Essa parada também foi para o almoço. Uma espécie de self-service por 150 baht por pessoa, no restaurante que fica dentro do complexo.
A comida era muito boa, e o legal é que pudemos experimentar de tudo um pouco.
O roteiro foi bem corrido, mas organizado. O interessante é que o grupo era de brasileiros, guiado por um brasileiro, o Bruno, que está na Tailândia há 3 anos.
Ele disse que recebem cerca de 90.000 brasileiros por ano.
O passeio foi cansativo, mas eficiente para ver os principais pontos de Chiang Rai sem mudar de base.
Voltamos para Chiang Mai no início da noite, por volta das 19h.
Desembarcamos do ônibus, nos despedimos do guia e fomos procurar algo para comer.
Paramos em um restaurante onde pedimos frango com legumes e rolinho primavera.
Retornamos ao hotel…
Amanhã tem mais passeio.
- Sudeste Asiatico
2 comentários
Estamos vendo as fotos eu (Lulao) e a tete!!!
ResponderExcluirMuito legal! Aproveitem a viagem!
Boa Lu. Estamos aproveitando. Andando no mínimo 10 km/dia
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