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Hoje voltamos à Tailândia. E é curioso como alguns lugares rapidamente deixam de ser novidade e passam a soar como um velho conhecido.
Já sabíamos mais ou menos o que encontraríamos: ruas limpas, comida boa e preços acessíveis.
Dá uma sensação confortável de chegar a um destino familiar, mesmo que esteja do outro lado do mundo.
Com os vouchers do tênder (barquinho) em mãos, às 8h30, depois do café da manhã, seguimos para o ponto de encontro combinado no dia anterior. Lá encontramos nossos novos amigos: os três casais cariocas que fariam companhia pra gente.
Aguardávamos com o voucher 10, ou seja, teoricamente embarcaríamos no barquinho número 10. Ainda estavam chamando o grupo do número 4 quando uma tripulante se aproximou e perguntou se estávamos prontos para embarcar. Respondemos que sim e, para nossa surpresa, ela avisou que aquele era nosso dia de sorte: poderíamos embarcar imediatamente.
E assim fizemos. Era 9 da manhã quando descemos ao 3º andar do navio e entramos naquele pequeno barco que acompanha o navio por toda a viagem. Apertado, quase claustrofóbico, ele nada mais é do que o barquinho salva-vidas que, dessa vez, nos levou até o pequeno porto de Koh Samui.
Ao desembarcar na ilha, vários “agentes de turismo” já nos aguardavam, bem mais educados do que os do Camboja, oferecendo roteiros turísticos prontos.
Em grupo, decidimos simplificar: queríamos apenas praia. Nada de Budas, templos ou paradas intermináveis. A escolha foi pela mais bonita de Koh Samui.
Pegamos uma van e depois de 40 minutos de viagem chegamos a Silver Beach, também conhecida como Thongtakian Beach. A parada foi rápida, só para fotos.
Entramos por um restaurante com piscina que talvez tenha day use, e avistamos uma pequena praia, cercada por pedras e vegetação, com mar calmo e transparente, em tons de verde e azul. Linda mesmo.
De lá seguimos para a praia mais turística da ilha: Chaweng Beach. É o coração de Koh Samui, onde ficam os grandes hotéis, restaurantes, bares, lojas e o shopping Central Festival. A praia é longa, animada e oferece uma ótima infraestrutura para passar o dia.
Ficamos por lá cerca de duas horas. A água azul contrastando com a areia branca e limpa fez jus à fama do lugar.
Pegamos uma mesa em um restaurante, tomamos cerveja com petiscos local, jogamos conversa fora e caminhamos na areia.
A nossa amiga Baladi entrou no mar duas vezes e, nas duas, sentiu uma ardência na pele. Perguntei ao garçom se havia água-viva na região, mostrei uma foto e ele confirmou. Trouxe até um líquido para aliviar o ardor da pele. Depois disso, confesso, perdi a coragem de entrar na água.
Por volta das duas da tarde, voltamos de van para o porto e pegamos outro barco, bem maior, que nos levou de volta ao navio.
À noite, jantamos todos juntos no restaurante à la carte do navio. A mesa redonda convidava para um bom papo. Falamos sobre o dia, relembramos viagens antigas e conversamos sobre a vida. Muito bom.
Perto das dez da noite, nos despedimos.
Amanhã tem mais Tailândia.
- Sudeste Asiatico


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