Dia 3 - A velha e a nova Bangkok

 A Tailândia está de luto. A rainha-mãe morreu em 24/10/25, mas o período de luto aqui se estende por muitos meses.

Vimos muitos tailandeses vestidos de preto e usando um pequeno laço preto na altura do peito, como uma espécie de homenagem.

Também vemos faixas brancas e pretas em templos, prédios públicos e monumentos espalhados pela cidade, reforçando a reverência à rainha mãe. 

As pessoas aqui são muito gentis. Agradecem flexionando o corpo para frente, com as mãos unidas, em um gesto chamado wai, semelhante a uma prece, demonstrando respeito ou gratidão.

Também parecem muito espiritualizadas. O budismo é a principal religião do país e, por todos os lugares que passamos, ruas, comércio ou residência, vemos pequenos altares com flores, incensos e imagens de Buda.

Tomamos café e saímos caminhando. Por todos os cantos, famílias tailandesas lotavam templos, monumentos e ruas, aproveitando o feriado de ano novo.

Passamos por vários monumentos históricos enquanto seguíamos em direção ao metrô. 
  



Templo budista repleto de fiéis

Chegando ao Wat Pho, resolvemos entrar. 

Esse templo é famoso por abrigar o Buda deitado gigante, uma das imagens mais conhecidas de Bangkok, com cerca de 46 metros de comprimento, revestida em ouro e representa a entrada de Buda no nirvana. 

Com uma entrada de 300 Bath caminhamos pelo complexo, observando os pátios e detalhes arquitetônicos, tiramos muitas fotos e até fomos benzidos por um monge, em um ritual simples de proteção e boas energias.
  








Imagem do Buda deitado

De lá, pegamos o metrô: moderno, limpo e organizado. Percorremos quatro estações, descemos e caminhamos por mais 1 km para conhecer outra imagem gigante de Buda, avistada desde o metro, construída para a divulgação do budismo e claro, tornar-se mais um ponto turístico. 

No prédio ao lado da imagem, uma espécie de museu, vimos vários artefatos religiosos, esculturas, painéis explicativos sobre o budismo e objetos usados em cerimônias tradicionais.
  
Metro

Metro



Buda gigante



Depois dessa visita pegamos o metrô em direção ao Parque Lumpini.

Percorremos nove estações e descemos junto ao parque que lembra o Central Park de Nova York. Muito verde e com um grande lago ao centro. 

Caminhamos mais  de 2 km por uma parte moderna da cidade, em meio aos arranha-céus que lembram bastante a região da Faria Lima, em São Paulo.
  
Parque




O único porém é o cheiro ruim que vem dos canais.

Chegamos ao Akara SKY Hanuman por volta das 17h30. Pagamos as entradas (1.500 baht por pessoa) e subimos aos andares 58 e 61.

O lugar é um restaurante e bar com espaços de entretenimento e experiências sensoriais, inspirado na figura de Hanuman, personagem da mitologia asiática.

Possui salas lúdicas, com lanternas, espelhos e jogos de luz, que tornam a experiência muito interessante. Muito bacana!

Além disso o bar tem uma vista de 360 graus para a cidade de Bangkok, onde conseguimos ver o pôr do sol e, aos poucos, a noite caindo.

Nós ajeitamos em uma mesinha e pedimos um prato de frango com molho tailandês.  Jantamos ali mesmo.
  
“Faria Lima” de Bangkok

Prédio do Akara SKY Hanuman

Akara SKY Hanuman

Akara SKY Hanuman

Akara SKY Hanuman

Bar Akara SKY Hanuman


Vista Akara SKY Hanuman
















Depois, pegamos um Uber e voltamos para o hotel.

Estamos exaustos. Foram 13 km de caminhada!

Amanhã tem mais passeio. 
 
 
 

3 comentários

  1. Adorei o dia 3! Essa parte nova “Faria Lima” muito legal! Lembrou NY! Beijos, aproveitem

    ResponderExcluir
  2. Comentário foi meu rs!!!

    ResponderExcluir