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O avião pousou em Doha, no Aeroporto Internacional Hamad.
O lugar, super moderno, parece um shopping, com lojas de marcas internacionais como Gucci, Hermes, Tiffany & Co.,, além de butiques de relógios, perfumes e acessórios.
Assim que desembarcamos fomos à procura de um almoço “grátis”: a sala Vip. Mas, quando a encontramos, descobrimos que teríamos que pagar 35 dólares cada um. Amarelamos.
Preferimos o fast food, localizado na praça de alimentação.
Depois de uma césar salad seguimos para o terminal de embarque. Ainda teríamos mais seis horas de viagem pela frente.
O voo foi tranquilo mas eu e o Mo dormimos muito pouco.
Desembarcamos em Bangkok, no Aeroporto Internacional Suvarnabhumi, muito bonito e lotado. A fila da imigração era gigante.
Enfrentamos a fila e quando chegou nossa vez no guichê, a agente tailandesa, de máscara, falou algo que eu não entendi. Repetiu e depois falou novamente até que reconheci uma palavrinha: fever. Precisávamos passar em um guichê específico para validar o comprovante da vacina contra febre amarela.
Saímos da fila à procura do tal guichê. Achamos, pegamos um papelzinho e retornamos, mas, com a fila ainda maior, fomos para a preferencial. Conversamos com o guarda e deu tudo certo.
Passamos pela aduana e seguimos ao encontro do transfer previamente contratado pelo Booking. Tudo muito organizado: a pessoa já estava nos esperando com uma placa, nos encaminhou até o carro, que era super confortável. Um carrão.
Percorremos cerca de 20 km até chegar ao hotel que fica bem localizado, no centro antigo da cidade.
Fizemos o check-in, mas não pudemos entrar no quarto — só às 15h.
Deixamos as coisas no guarda-volumes e seguimos caminhando em direção ao rio Chao Phaya.
No caminho passamos por vários templos budistas.
Caminhamos pela da orla, passamos por outro templo, por monumentos até chegar ao Grand Palace, um complexo de prédios que foi a residência oficial dos Reis da Tailândia por mais de 150 anos.
Lá pagamos uma entrada de quase oitenta reais por pessoa e junto a uma multidão conhecemos o símbolo máximo do budismo tailandês: o Buda Esmeralda.
Todo o lugar é muito bonito. Inúmeras construções ricamente decoradas que ainda servem como espaço de oração e eventos de estado.
Na volta, caminhamos cerca de 2 km sob um calor intenso até chegar ao restaurante Island, de comida regional, onde experimentamos o prato típico, um macarrão de arroz com frango e ervas. Muito bom.
Depois de caminhar por quase 11 km, retornamos ao hotel, tomamos um banho rápido na piscina e subimos para o quarto para uma soneca.
Acordamos perto das 8 da noite e fomos participar da movimentação da festa de reveilllon.
A rua do hotel está muito cheia. Mas a rua paralela, a Khaosa, está absolutamente lotada. Uma mistura de idiomas, sons, apresentação de danças típicas e massagem. Uma torre de babel tailandesa!
Os bares e restaurantes estão lotados. Caminhamos um pouco na multidão.
“Estacionamos” em um bar para comer algo e aguardar a meia noite para brindar!
Assim desejam os budistas em seu mantra: “Que haja paz, saúde e equilíbrio para mim e para todos os seres”
Feliz Ano Novo!
- Sudeste Asiatico
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