Dia 17 - Da floresta ao rooftop: Singapura em modo maratona

 Hoje foi dia de maratonarmos Singapura, uma cidade-estado moderna, extremamente organizada e muito rica.

Tomamos o café no McDonald’s, que fica na porta do hotel, e pegamos o metrô para conhecer o MacRitchie Treetop Walk, uma pequena floresta tropical preservada no meio da cidade, onde fica a TreeTop Walk, uma ponte que proporciona a vista da copa das árvores.
  
Café da manhã de primeiro mundo!

Pegamos o metrô que nos deixou a uns 3 km da entrada do parque, fazendo com que o passeio já começasse com uma boa caminhada.

Dentro do parque, pegamos uma trilha longa para chegar ao TreeTop Walk. O caminho foi por uma mata fechada, autoguiada, bem sinalizada, com muitos macaquinhos pelo percurso.

A atração principal, a TreeTop Walk, é uma ponte colgante, estreita e toda em metal, com cerca de 100 metros de comprimento, que fica acima da copa das árvores, oferecendo uma perspectiva diferente da floresta.

Tanto a ida como a volta foram de subidas, descidas e muitos degraus, o que rendeu uns 10 km de caminhada.
  
Entrada do parque





Ponte na copa das árvores



Escadarias e mais escadarias…


Por volta das 15h, retornamos de metrô até a Marina Bay e seguimos para almoçar no Level33, uma mini cervejaria que recebeu o título de a mais alta cervejaria artesanal dentro de um prédio. Fica em um edifício de escritórios super moderno, no 33º andar.

Não tínhamos reserva, mas por conta do horário, 16h da tarde, pudemos ficar numa mesinha privilegiada, de frente para o “gol”, por uma hora, até o cliente da reserva chegar. Foi o que fizemos.

Pedimos cerveja e um prato da casa… um mix de frutos do mar, com ovas de peixe, camarão, polvo, ostra… Era quase uma entrada, uma porção pequena demais para quem andou muito e cara demais para quem ganha em real.

A conta ficou uma fortuna. O Mo disse que não estava preocupado… pois quem estava pagando era a herança dos filhos!!

A vista do lugar é incrível. Do alto, além da marina, avistávamos o prédio mais famoso da cidade, o Marina Bay Sands, com sua estrutura icônica que parece um barco apoiado sobre três torres.
  

Toneis de cerveja

Na cara do gol




Vista para Marina Bay Sends

O bar…
Depois de uma hora naquela visão, tempo acertado com a recepcionista, deixamos o local e fomos conhecer o próprio Marina Bay Sands.

Para chegar até lá, cruzamos um shopping super sofisticado, com lojas de grifes internacionais, arquitetura futurista e corredores amplos. Atravessamos o suntuoso hall social do hotel e subimos ao 57º andar, no restaurante-bar CÉ LA VI. A entrada foi 38 dólares singapurenses por pessoa, com direito a um drink.
 
Shopping

Shopping

Saguão do hotel Marina Bay Sandy

Hotel

Vista do CE LÁ VIE

CE LÁ VIE

CE LÁ VIE 

Gardens by the Bay


Subimos e fomos surpreendidos novamente por uma vista incrível, em meio a uma concentração enorme de turistas, principalmente ocidentais.

Perto das 19h seguimos para assistir ao Garden Rhapsody, um show de luzes das árvores no Gardens by the Bay, com música e iluminação sincronizadas nas famosas Supertrees, estruturas metálicas gigantes que imitam árvores futuristas cobertas por plantas naturais.

Nos acomodamos embaixo da árvore principal e foi sensacional!


 







Depois, voltamos ao alto do CÉ LA VI, de onde assistimos novamente a esse espetáculo, numa perspectiva completamente diferente, tendo a cidade toda iluminada ao redor. 
  

Terminado o espetáculo, descemos até a Marina Bay para assistir a outro show de luzes, o Spectra – A Light & Water Show, com projeções e fontes de água sincronizadas sobre a baía. Bem bacana.
  
 
Já era quase 10 da noite quando chegamos ao Lau Pa Sat, um dos mais tradicionais hawker centres (comida de rua) de Singapura, instalado em um prédio histórico de ferro do século XIX, com estrutura vitoriana, muito diferente das demais construções da cidade.

Lá comemos o tradicional satay, espetinhos grelhados de frango, carne e camarão servidos com molho de amendoim. Não gostamos muito não!

O lugar estava super movimentado, pois oferece todo tipo de comida: chinesa, vietnamita, tailandesa, entre muitas outras opções.

Preparando o satay

 Lau Pa Sat,

Voltamos ao hotel exaustos, passando por ruas movimentadas, repletas de bares e restaurantes.

A vida noturna aqui pareceu bem agitada!

Algumas considerações:

O passeio sobre a ponte colgante vale muito a pena, mas para não virar uma maratona seria melhor deixar um dia inteiro só pra isso.

A vista do Level33 é sensacional. Muito melhor que a do CE LÁ VIE, além de não ter que pagar antes de entrar. Você só paga o que consumir.

O show de luzes no Gardens by the Bay é demais. Pegamos um lugar embaixo da maior árvore e foi lindo. Pelo alto, do CE LA VI não tem o mesmo impacto. As luzinhas se perdem no horizonte. 

O show de luzes na Marina Bay também é muito legal. Mas não se compara ao show sob as árvores. 

O Lau Pa Sat é lotado, com uma variedade imensa de barracas de comida… Mas talvez escolhemos o prato errado. Fica para a próxima.

Amanhã tem mais história

1 comentários

  1. Deixaram nossa herança toda aí em Singapura… da próxima vou junto pra gastar ela com vcs

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