Dia 18 - Singapura a pé e o que não estava no roteiro

 Singapura nos surpreendeu positivamente pela organização, modernidade, limpeza e segurança.

Mas nem sempre foi assim. Ela começou como um pequeno vilarejo de pescadores, habitado principalmente por povos malaios. Localizada em um ponto estratégico entre rotas marítimas importantes, tornou-se colônia britânica de 1867 a 1959. Depois, passou a integrar a Malásia, mas a união não deu certo devido a diferenças políticas e sociais. Em 1965, Singapura se separou da Malásia e se tornou um país independente. Com poucos recursos naturais, precisou investir em educação, organização e planejamento. Aos poucos, transformou-se em uma das cidades mais desenvolvidas do mundo.


Hoje terminamos o nosso tour por aqui.

Deixamos o hotel depois do café, preparado no quarto mesmo, e seguimos caminhando em direção ao Cloud Forest, passando pelo Gardens by the Bay, sob um sol intenso e muito abafado.
  
Marina Bay Sander 





Nosso destino era o Flower Dome e o Cloud Forest. Compramos os ingressos por 46 dólares singapurenses por pessoa, que davam acesso às duas atrações. 

O primeiro espaço visitado foi o Flower Dome, um pavilhão climatizado com espécies de flores de todo o mundo, organizado de forma quase cenográfica.
   



O segundo, e bem mais interessante, foi o Cloud Forest. O lugar, também climatizado, possui uma grande montanha com cachoeira, coberta por vegetação tropical, e uma exposição temporária de dinossauros, que mistura natureza e fantasia. 
 




Depois das visitas, seguimos a pé em direção a um restaurante libanês escolhido aleatoriamente no Google. Não queríamos errar na comida.

No caminho, debaixo de muito calor, cruzamos viadutos, shoppings (muitos) e prédios comerciais modernos. Até que, de repente, surgiu algo que destoava completamente da paisagem: casinhas baixas e simples, que não pareciam fazer sentido no meio de tanta modernidade.

As ruas ficaram mais estreitas. Continuamos procurando o restaurante, mas não o encontramos, provavelmente não existe mais. Mas encontramos um lugar cheio de turistas. Foi aí que perguntamos…onde estávamos?

Estávamos no bairro árabe de Singapura, Kampong Glam, um dos mais antigos da cidade. Um pedaço preservado da história malaia e muçulmana, cercado por arranha-céus.

Ali, as fachadas são coloridas, o comércio é pequeno e barulhento. Há lojas de tecidos, perfumes, tapetes, cafés e restaurantes espalhados por todos os lados.

No centro de tudo isso, uma grande mesquita, a Mesquita do Sultão. 

Escolhemos outro restaurante libanês, o Sanobar, e almoçamos por lá: húmus, babaganuche, salada fatouche e cafta de frango. Estava tudo muito bom! Finalmente acertamos a refeição!

Depois do almoço, percorremos as lojinhas do bairro, tiramos fotos da mesquita, tomamos sorvete e seguimos para o metrô onde descemos na Orchard Road, a rua mais famosa de comércio de Singapura, cheia de shoppings, lojas de luxo e grandes marcas internacionais.
 
Nosso almoço 





Descemos dentro de um shopping e lá ficamos um tempo. Começou a chover e aproveitamos para fazer algumas comprinhas antes de retornar ao hotel.

Jantamos no quarto. Estamos muito cansados dos dias e dias de turista. 

Amanhã seguiremos para o porto e embarcaremos no cruzeiro, se Deus quiser!

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