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Gostamos bastante de Hanói. As ruas não são tão limpas, existe um certo caos urbano, mas é a vida real.
As pessoas são alegres. Os guias turísticos e funcionários do turismo em geral são muito gentis. Os jovens são a principal força de trabalho e também bem vaidosos. Muitas e muitas fotos para as redes sociais.
Muitos vietnamitas e turistas que vem ao Vietnã são vegetarianos. Vimos que isso não é uma imposição religiosa, mas uma tradição que vem do budismo, onde devemos ter compaixão por todos os seres.
Oficialmente, a República Socialista do Vietnã não adota nenhuma religião. O Estado é oficialmente ateu, seguindo a base ideológica socialista. Ainda assim, as religiões são permitidas, embora fortemente reguladas pelo governo.
Isso não é uma incoerência. É um budismo vivido no cotidiano: flexível, cultural e profundamente ligado à história do país, muito mais como prática de vida do que como dogma.
Todos os restaurantes oferecem comida vegetariana. Até porque os vegetais são a base da alimentação vietnamita: folhas verdes, broto de feijão, nabo, cenoura, batata, repolho, pepino, ervas frescas, cogumelos, além do arroz e do macarrão de arroz.
Assim, o prato fica colorido e variado, bem diferente daquela ideia de vegetariano que só come batata frita e macarrão.
Eu adorei. Viraria vegetariana aqui fácil.
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Acordamos cedo para mais um voo, o quinto da viagem.
Tomamos o excelente café no hotel, pegamos o Grab até o aeroporto, o mesmo que ficamos retidos alguns dias antes e, no horário marcado, às 12h45, o avião decolou para Singapura.
O voo foi tranquilo. Chegamos às 17h no Aeroporto Internacional de Changi, considerado um dos melhores do mundo. Lindo, moderno e limpo!
Junto ao aeroporto, há um shopping com uma cascata de água de 40 metros de altura chamada Jewel Changi. A cascata é cercada por jardins, pontes suspensas e um teto de vidro gigante, criando um efeito impressionante. É realmente para chegar chegando!
Fomos conhecer a cascata, passeamos pelos jardins e demos uma olhada nas lojas do shopping. Depois pegamos o trem no terminal 1, fizemos baldeação na linha verde e descemos na estação City Hall, caminhamos mais 5 minutos e chegamos ao hotel, o Lyf Funan, que fica dentro do Funan Mall, um shopping moderno e conectado a toda a região central. Os apartamentos são pequenos, no estilo Íbis, ideal para os três dias que passaremos por aqui.
Aeroporto de Singapura:
Já passava das 8 da noite quando deixamos as malas no quarto e fomos explorar o shopping à procura de algo para comer.
Demoramos mais do que deveríamos para decidir e, quando finalmente escolhemos, a maioria dos restaurantes já estava fechada. Sobrou apenas um restaurante de comida oriental… horrível, parecia comida de plástico. Sem dúvida, a pior refeição da viagem.
Já era 10 da noite quando nos pediram para pagar a conta, e voltamos para o quarto.
Amanhã tem passeio em Singapura!
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