Dia 2 - Acordando em New Jersey

Acordamos animados para o primeiro dia completo em Nova York.

Descemos para tomar café no lobby do hotel e encontramos o lugar absolutamente lotado.

O Mo foi logo pegar as coisas que queria: bacon, ovos, café com leite, torrada e um pouco de fruta — laranja e maçã. 

Quando deu 10h01, ele se levantou novamente para pegar mais alguma coisa e simplesmente já haviam retirado tudo. Ficamos realmente impressionados. Flexibilidade zero.

Depois do café, seguimos de ônibus até a Times Square. Desembarcamos no terminal e fomos caminhando, debaixo de uma garoa fina, em direção ao sul de Manhattan.

Nossa primeira parada foi numa loja da T-Mobile para tentar resolver um problema com o chip que havíamos comprado no Walmart. Chegando lá, o atendente informou que o celular Samsung não era compatível com o chip da AT&T. Ele ainda recriminou a compra desses chips em supermercados como o Walmart e disse que o ideal seria adquirir direto em uma loja oficial.

Já íamos embora desanimados quando o mesmo atendente, com uma gentileza inesperada, perguntou se eu tinha um iPhone. E eu tinha. Ele então pegou um chip da T-Mobile, instalou no meu celular, ativou nosso plano pré-pago e deixou tudo funcionando direitinho. Foi muito legal!

Nossa segunda parada foi na loja de departamento Macy’s, onde percorremos andares de moda masculina e feminina. Só ficamos contemplando. O dólar a seis Reais torna o lugar proibitivo.

Saindo de lá, continuamos em direção ao West Village onde paramos num mercado para comprar comida pronta: o Mo escolheu sushi com sashimi, e eu fui no frango chinês.

Com a refeição na mão, ainda debaixo de chuva, procuramos um lugar seco para sentar e comer. Não encontramos.

Pesquisamos rapidamente na internet e decidimos ir até o High Line — um parque suspenso construído sobre uma antiga linha férrea elevada, com jardins e, em alguns pontos, vista da cidade.

Lá havia um banco debaixo de árvores que, por sorte, não estava molhado. Foi ali que almoçamos, com vista para o verde e turistas nos observando curiosos.

High Line

High Line

High Line

High Line

Depois desse “almoço” seguimos pelo jardim suspenso até o Chelsea Market, que estava absolutamente lotado. O mercado, instalado em um antigo edifício industrial, reúne lojinhas, padarias, comidas do mundo todo.

Encontramos muitos brasileiros por lá. Acho que muita gente teve a mesma ideia: passeio coberto num dia chuvoso!


Chelsea Market

Chelsea Market

Chelsea Market

Depois do passeio pelo Chelsea Market, seguimos até a Little Island, uma ilha-parque construída sobre pilares no Rio Hudson. O lugar é um verdadeiro jardim suspenso, com caminhos sinuosos, mirantes, áreas para apresentações artísticas e muito verde — tudo isso com uma vista incrível de Manhattan, com o Empire State Building ao longe.  

Little Island

Little Island

Little Island

Little Island

Little Island

Little Island

De lá, seguimos caminhando até o Memorial de 11 de Setembro.

Próximo ao memorial, nos deparamos com um centro comercial moderno, o Oculus, localizado dentro do complexo do novo World Trade Center. É um edifício futurista, todo branco, projetado pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava.

Visitamos o memorial aberto, onde estão gravados os nomes de todas as vítimas, e retornamos de metrô para a Times Square, onde encontramos uma multidão de palmeirenses.

Os torcedores, com camisas e bandeiras, entoavam hinos e gritavam “Palmeiras” com empolgação. Um verdadeiro carnaval verde e branco no meio da cidade!

Já era 19h quando deixamos o agito e pegamos o ônibus de volta ao hotel. Jantamos a comida que compramos no Walmart e fomos descansar.

Amanhã é o grande dia! 


Enquanto isso a Tetê estava no museu!!

Manhatan


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