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O voo para Krabi saiu no horário, às 14h45.
Desembarcamos às 16h no aeroporto e um transfer pré-contratado nos levou até o hotel Snoosee, simples, a cerca de dez minutos do porto, bem no centro da cidade.
Deixamos as malas no quarto e saímos caminhando pelas ruas do centro.
Em frente ao hotel havia um templo budista. Subimos as escadas, proferimos as palavras mágicas, paz, saúde e equilíbrio, tiramos algumas fotos e seguimos até um calçadão à beira de um braço de mar.
Pelo caminho, muita comida de rua.
Experimentei uma espécie de linguiça assada, bem gordurosa, dessas que exigem repensar minhas escolhas. O Mo optou por algo mais seguro: um milho doce debulhado.
Neste fim de semana, está acontecendo por aqui um festival de comida de rua, e o lugar estava lotado. Tiramos muitas fotos.
Depois do passeio, seguimos para jantar em um restaurante flutuante, o The River Restaurant. O lugar é muito bonito, à luz de velas, com um saxofonista fazendo o som ambiente e criando um clima bem romântico.
Infelizmente, o jantar não fez jus à beleza do lugar. Talvez tenhamos escolhido o prato errado: um macarrão de arroz com camarão. Acontece.
Voltamos ao hotel por volta das oito da noite e fomos dormir cedo.
———
Pela manhã, descemos à recepção do hotel para tomar café. Pedimos um café com leite muito bom e um sanduíche pronto, simplesmente “incomível”.
Nesse momento, sentimos muita falta do cruzeiro: dos omeletes caprichados, do bacon, das frutas e do croissant com manteiga.
Depois, pegamos as malas e saímos caminhando até o porto onde tentamos um novo café. Horroroso. Mas o Mo, resignado, comeu tudo.
Embarcamos às 10h15 rumo a Phi Phi, em um jet boat (lancha rápida). As passagens foram reservadas com antecedência pela agência Phi Phi Brazuca.
| A lancha |
| Seguindo para Phi Phi |
O barco foi bem vazio. Chegamos a Phi Phi às 11h15.
A chegada no porto assusta um pouco: uma praia tomada por muitos e muitos barcos. Pelo caminho gente oferecendo transporte para hotéis que não ficam no centro da ilha, uma certa confusão visual com comércio, restaurante e pessoas…
Seguimos caminhando por uma rua estreita e calçada. Em cinco minutos estávamos no hotel Chao Koh Phi Phi Resort. Ficaremos três dias por aqui.
O hotel fica bem no meio do burburinho. Mal chegamos e já ouvimos muitas pessoas falando português. O brasileiro invadiu Phi Phi.
Fizemos o check-in, deixamos as malas na recepção e, como de costume, saímos para andar.
Ruas estreitas, apertadas, muita gente, barracas pra todo lado, transporte de coisas em carrinhos de mão, fios, telhados, lonas… De arrepiar os cabelos de qualquer urbanista.
Passamos pelas praias e seguimos até à agência Phi Phi Brazuca para contratamos o passeio de amanhã.
Depois, recomendado pelo agente de turismo Lucas, nos dirigimos ao restaurante tailandês Pa-Noi Thai Food para almoçar. Muito, muito bom.
| Chegada em Phi Phi |
| Porto de Phi Phi |
| Nosso hotel |
| Praia de Phi Phi |
Após o almoço, passamos a tarde na piscina do hotel e, à noite, fomos apreciar o pôr do sol na praia.
| Nosso quarto |
| Piscina do hotel |
| Pôr do sol |
| Ruas apertadas do centrinho |
Depois de passearmos pelo centrinho apertado e lotado de jovens (os velhinhos estão em outro cruzeiro), sentamos para comer no Pirates House Restaurant, com música ao vivo. A comida… Sempre uma surpresa! Só posso dizer que o Mo se deu bem… E eu… Nem tanto.
Amanhã tem passeio de barco.
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